Tal úlcera te consome inteiro.
Já não há mais você,
Criaste um auto cativeiro.
Preso no passado,
Tortura e agonia batidas,
Correntes...
Correntes vultosas de sentimentos arcaicos.
Sangue caduco.
Coração eunuco.
Frívolo.
Oco.
E o eco repete em ti:
Fraco.
E meu rosto segue sujo do sangue que objeta em mim.
Eu acato a plasma,
Traço no rosto duas alas.
É oportuno broquel,
Aprendi a ser sépala.

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