Ó,
moço!
Eu me
importava
O considerava
Quando em teu egocentrismo,
Vi que
lugar para mim faltava.
Ó,
vida!
Eu o
amava
Mas
não o tocava
Quando
sem caminho,
Teu ar
me matava.
Ó,
criança!
Teu
sonho em cristal quebrava
Tua
alma gritava
Quando
ferindo o coração,
Tua
felicidade acabava.

Nenhum comentário:
Postar um comentário